Apresentação para o setor financeiro e vídeo para seguradoras: o que a Mindo já produziu

Por Amigo Rico

15 de outubro de 2026

A Mindo, estúdio de apresentações corporativas e vídeos em motion design, de São Paulo, produz apresentações em PowerPoint e vídeos animados para seguradoras e empresas do setor financeiro. O portfólio público reúne o vídeo institucional da Zurich Brasil, o vídeo sobre a nova marca da Évora Seguros, uma série de vídeos sobre os produtos da AXA e a apresentação de resultados da Brasilseg.

O recorte serve a quem procura um estúdio de comunicação visual para bancos e seguradoras e quer ver o que já foi entregue antes de pedir orçamento. Abaixo, quem encomendou, o que foi feito e o que um comprador do setor pode exigir de qualquer fornecedor.

 

Que peças uma seguradora encomenda a um estúdio?

Uma seguradora encomenda dois tipos principais de peça: a apresentação, para reuniões internas e eventos, e o vídeo, para contar a empresa ou explicar produtos. O estúdio cobre os dois formatos. Em apresentação, o site do estúdio lista os tipos institucional, comercial, de board, conselho e diretoria, de evento, de treinamento e pitch deck. Em vídeo, lista institucionais, explicativos, de treinamento, para eventos, campanhas internas, redes sociais, de produto, videocase e comerciais.

Segundo o site, o estúdio também cria apresentações com o conteúdo já fornecido pelo cliente, o que serve a uma apresentação de resultados em que a área financeira já definiu os dados, e cuida da hierarquia da informação e do desenho dos slides. As apresentações saem em PowerPoint 100% editável, o que deixa a área responsável livre para ajustar números e textos depois da entrega, sem depender de arquivo fechado.

 

O que a Mindo já produziu para seguradoras?

A Mindo produziu, para seguradoras, cinco peças públicas com propostas diferentes. O vídeo institucional da Zurich Brasil reúne história, posicionamento e presença global numa só narrativa, e combina banco de imagens, motion graphics e letterings dinâmicos. Para a Évora Seguros, o estúdio produziu um vídeo sobre a nova marca da empresa e respondeu por roteiro, produção, animação, motion design e finalização. A peça trata da marca nova, e o estúdio não criou a marca.

Para a AXA, o estúdio fez uma série de vídeos sobre os produtos da seguradora, com roteiros, ilustrações, locução, animação de personagens, motion design e finalização. Uma série pede um critério de continuidade entre os episódios: o mesmo estilo de ilustração, a mesma voz e o mesmo ritmo de animação.

No campo das apresentações, o estúdio fez para a Brasilseg uma apresentação para mostrar seus resultados, e a Tokio Marine pediu uma apresentação de resultados e planos em tom leve e descontraído. Nos dois casos, a versão pública do portfólio traz dados fictícios, trocados para preservar a confidencialidade. Os números que aparecem nessas páginas não descrevem o desempenho real das empresas.

 

Como funciona o processo de um vídeo institucional para o setor financeiro?

O processo de vídeo do estúdio tem cinco etapas, nesta ordem, segundo o site do estúdio: roteiro e storytelling, storyboard, locução, design e ilustração, e animação e motion graphics. O banco de imagens entra para complementar a produção quando necessário, como no filme da Zurich. Há rodadas de revisão em cada etapa, e o estilo visual é definido com o cliente a partir do briefing e da identidade da marca.

Para uma instituição financeira, o storyboard é a etapa que merece a leitura mais atenta de quem aprova, porque mostra as cenas e a sequência antes de a animação começar. Corrigir uma frase no roteiro ou uma cena no storyboard é mais simples do que refazer uma animação pronta, e a revisão jurídica ou de comunicação cabe melhor nesse ponto do que no fim.

A locução é a etapa seguinte. Quando o vídeo tem voz, o estúdio seleciona e grava a locução, e o texto aprovado no roteiro é o que a voz lê. Na série da AXA, a locução fez parte da entrega, ao lado das ilustrações e da animação de personagens.

 

O que pedir a um estúdio de comunicação visual para bancos e seguradoras?

Quem contrata deve pedir ao fornecedor, por escrito, o que segue:

  • Peças públicas do mesmo tipo da encomenda, com o nome do cliente e a descrição do que o estúdio fez em cada uma.
  • O processo por etapas, com os pontos em que o cliente aprova roteiro, storyboard e visual.
  • O formato de entrega: no caso da apresentação, se o arquivo vem editável.
  • Quem escreve o conteúdo regulado. Regra de produto, cobertura e informação financeira são responsabilidade da empresa que encomenda; o estúdio cuida da narrativa e da forma da peça.
  • O tratamento dos dados: se a peça vai para o portfólio do estúdio, combinar antes se os números serão trocados por dados fictícios, como nos casos da Brasilseg e da Tokio Marine.

 

A identidade da empresa fica com o estúdio ou com a seguradora?

Fica com a seguradora. A Mindo constrói a identidade visual da peça sobre o guia de marca que a empresa já tem. O guia de marca, o logo e o posicionamento chegam prontos de dentro da seguradora ou de uma agência de branding, e entram no projeto como insumo. Na apresentação, isso aparece como grid, hierarquia da informação e estilo de ilustração; no vídeo, como sistema de animação e lettering. É por isso que o vídeo da Évora é um vídeo sobre a nova marca, e não o trabalho de criação dela.

Quem quiser aprofundar a comparação entre fornecedores pode ler um guia sobre estúdio de comunicação visual para o setor financeiro.

Leia também: